Curiosidades sobre o funcionamento da energia elétrica nos trailers

O objetivo deste artigo é esclarecer aos leitores, principalmente aqueles que pretendem ingressar no segmento, sobre o uso da energia elétrica dos trailers, que é muito semelhante ao dos motorhomes.

No caso dos motorhomes os ocupantes podem usufruir da casa com o veículo em movimento e esta situação pode gerar um consumo de energia maior que no caso do trailer onde o uso é permitido apenas quando ele estiver devidamente estacionado. No entanto, mesmo durante os deslocamentos o trailer pode consumir energia como no caso de uma geladeira ligada.

Ainda assim, mesmo estacionado, não é certo haver disponibilidade de alimentação externa 110/220V. Um exemplo disso é no caso de um acampamento selvagem ou em uma parada para pernoite durante uma viagem, em um posto de combustível sem fornecimento de energia.


Foto: Luiz Luz - Turiscar 6.0 pernoitando, sem energia externa, no Graal de Registro-SP

Diante desta situação, torna-se desejável que o trailer possua autonomia elétrica para manter seus equipamentos em funcionamento sem dependência de energia externa. A forma correta de criar esta autonomia é através de um banco de baterias. As estacionárias são as mais indicadas por conta do seu ciclo profundo de funcionamento comparadas às automotivas.

Atualmente os trailers, assim como os motorhomes, estão passando a utilizar luminárias de LED 12V, diferente das antigas lâmpadas incandescentes 110/220V, isto além de reduzir o consumo energético, possibilita a alimentação diretamente da bateria, sem necessidade de alimentação externa.

Outro equipamento fundamental no trailer, também 12V, é a bomba d’água que retira água da caixa que fica localizada na parte inferior do trailer, entregando-a nas torneiras e chuveiro com a devida pressão. O aquecimento do chuveiro não necessita de energia elétrica pois seu funcionamento geralmente é a gás.

A geladeira é o equipamento que merece uma maior atenção em função de sua alimentação 110 ou 220V ser diferente dos 12V fornecidos pela bateria. Poderíamos imaginar que ela não funcionária na ausência de energia externa. 



Nesta situação, torna-se necessário a utilização de um equipamento denominado INVERSOR que tem a função de transformar os 12V corrente contínua da bateria em 110 ou 220V corrente alternada. Além da geladeira, esta energia 110 ou 220V também poderá ser distribuída para outros equipamentos elétricos como um micro-ondas ou para as tomadas de uso geral.

É raro encontrar alguns modelos de geladeiras que seu compressor seja 12V. Esta situação poderia eliminar a necessidade do INVERSOR.

Mesmo possível de funcionar por conta do INVERSOR, o ar-condicionado é um dos itens que geralmente fica desligado sempre que o trailer não está conectado na energia externa pois seu alto consumo energético acabaria rapidamente com qualquer projeto de autonomia de um banco de baterias.

Uma forma não tão eficiente mas também utilizada para refrescar o trailer principalmente nos momentos de pernoite em deslocamento que não existe a possibilidade de alimentação externa é o uso dos climatizadores que sua alimentação também é 12V. São os mesmos utilizados pelo caminhoneiros.



A grande questão fica em estudar o dimensionamento correto do banco de baterias (Amperes) para que ele suporte o consumo energético dos equipamentos nele ligados.

Mesmo possuindo uma boa autonomia, em algum momento será necessário contar com uma alimentação externa 110/220V para que o carregador de bateria do trailer recarregue o banco de baterias.

Existem formas de recarregar o banco de baterias do trailer durante os períodos de deslocamento. A forma mais comum é a ligação do banco de baterias com o alternador do veículo tracionador. Esta forma vem se tornando cada vez mais complexa pois os veículos modernos possuem módulos de gerecimento que ao detectarem qualquer diferença de tensão na rede elétrica do veículo, entra automaticamente em modo de emergência afim de proteger o sistema. Mesmo que o módulo do veículo não detecte, esta ligação feita de forma equivocada, pode danificar prematuramente tanto a bateria do veículo quanto do trailer ou até pior, danificar o regulador de voltagem do alternador do carro. 

A outra forma de recarga, cada vez mais utilizada e popular é a instalação de painéis solares no teto do trailer, conhecido como sistema fotovoltaico. Este sistema é muito interessante pois além de possibilitar a recarga com o conjunto em deslocamento, ele também possibilita com o trailer estacionado, por exemplo em um acampamento selvagem. 

O dimensionamento do sistema fotovoltaico, mais precisamente a quantidade e capacidade das placas, dependerá da necessidade de geração de energia, no entanto, terá que ser bem projetado por conta da limitação de espaço no teto do trailer. Lembrando ainda que sua geração de energia depende fundamentalmente da luz solar.

Um ponto a ser levado em consideração é que com a retomada do caravanismo brasileiro, os postos de reabastecimento começam a oferecer tomadas de energia para as pernoites. Isto faz com que não seja necessário grandes investimentos para manter a autonomia necessária. É importante considerar que os postos nem precisam oferecer isto gratuitamente, é justo atribuir um custo pelo serviço, o mais importante é podermos contar com esta facilidade.

Texto: Ronald Ataulo
Novembro de 2016


























Cuidados ao se rebocar um trailer - Carteira de habilitação categoria B

Embora nosso código nacional de transito tenha retornado no ano de 2011 a liberação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria B para reboque de trailers, acompanho a forte expansão do mercado trailista no Brasil, onde a cada dia uma grande quantidade de pessoas passam a buscar informações sobre a modalidade e com isso torna-se fundamental alertar os cuidados e responsabilidades envolvidas na prática da modalidade, antes do motorista realizar sua primeira viagem engatado.


Foto: Alessandro

Um motorista mesmo habilidoso em dirigir um carro de passeio, poderá ter uma certa dificuldade, pelo menos no início, para rebocar um trailer. A pratica é que leva a perfeição, ou pelo menos a busca por ela (risos). 


Foto: André Pereira

Pensando nisso, coloco abaixo algumas recomendações que pude constatar ao longo deste tempo rebocando trailer: 

1 – VELOCIDADE: Embora nas estradas brasileiras a velocidade máxima permitira seja 90 Km/h, a velocidade ideal para se rebocar um trailer é de 80 km/h. Durante o reboque podem ocorrer alguns fenômenos, sendo o principal deles o pêndulo, que ocasiona interferência no veículo tracionador e dependendo da intensidade pode até tirar o controle do veículo. O tamanho do trailer e a distribuição do peso em relação ao eixo, aliado às altas velocidades é o principal fator que desencadeia este indesejável e perigoso fenômeno;

2 – MARCHA-RÉ: A marcha-ré do conjunto é um tanto quanto confusa, pois o trailer se desloca no sentido contrário do veículo tracionador, ou seja, se você esterçar o carro para a direita o trailer vira para a esquerda e se você esterçar o carro para a esquerda o trailer vira para a direita. Depois que se pega a prática fica fácil, mas no começo é um tanto quanto confuso; 

3 – CURVAS: A realização de curvas é outro item que precisa de atenção. Estamos acostumados com os veículos de passeio a realizar curvas fechadas até em ruas apertadas. Quando você esta com o trailer sendo rebocado é necessário abrir bastante o trajeto da curva para que o trailer não acabe subindo na guia ou até mesmo colidindo com outro veículo estacionado;

4 – ULTRAPASSAGEM: A ultrapassagem de outro veículo é outro item de extrema importância. Na verdade quando estamos rebocando um trailer, nosso conjunto em média duplica de tamanho. Então depois da ultrapassagem não podemos voltar imediatamente para a faixa que estávamos, é necessário manter um pouco mais na faixa de ultrapassagem para que todo o conjunto realize a manobra, aí sim voltar para a faixa da direita; 

5 – RETROVISORES: A visão traseira do veículo tracionador fica extremamente prejudicada. A visão do retrovisor central fica anulada por conta do trailer. A visão lateral fica prejudicada por conta da largura do trailer geralmente ser maior que a largura do veículo tracionador. Quando isto ocorrer, existem acessórios prolongadores do retrovisor do veículo, justamente para permitir sua visão na hora da ultrapassagem. Outro acessório mais moderno é a instalação de câmera na traseira do trailer ligada em um monitor dentro do veículo tracionador, fazendo as vezes do retrovisor central.


Foto: Ronald Ataulo

Foto: Polini

O principal objetivo deste artigo não é colocar medo nas pessoas mas sim convidar a todos para conhecerem esta prazerosa modalidade de lazer. No entanto, deixar registrado que alguns cuidados devem ser tomados para que uma primeira experiência não se transforme em um trauma.


Texto: Ronald Ataulo
Novembro de 2016 


GM TrailBlazer 2.8 a diesel rebocando trailer - Opinião do dono

TrailBlazer ano 2013 + Turiscar Diamante ano 1991

Quando troquei o meu primeiro trailer, o Turiscar Brilhante Luxo SL (1700 kg), pelo atual Turiscar Diamante (2200 kg), o meu veículo tracionador era uma Toyota Hilux SW4 automática a diesel ano 2006. Até aquele momento, o Brilhante Luxo havia sido o maior trailer que eu havia rebocado com a Toyota e sempre fiquei muito satisfeito com a performance do conjunto.

Hilux SW4 ano 2006 + Turiscar Brilhante Luxo ano 1987

Ao chegar em Brasília-DF para buscar o novo trailer, um Turiscar Diamante (janeiro de 2015), ao começar o reboque estranhei bastante a diferença de peso e como a Hilux havia sentindo aquela diferença.

Hilux SW4 ano 2006 + Turiscar Diamante ano 1991

Imediatamente fui buscar informações técnicas para entender o que estava acontecendo e a resposta seria encontrada na identificação do “torque”, que representa a capacidade de o motor produzir força motriz.

A Hilux SW4 3.0 a diesel ano 2006 entrega 35 Kgfm a 1400 rpm tendo um câmbio automático de 4 marchas. Por mais que esta combinação fosse suficiente para rebocar o Diamante, passei a pesquisar outros veículos que me trouxessem uma experiência semelhante ao rebocar o antigo Turiscar Brilhante.

As minhas pesquisas envolveram diversas marcas e modelos incluindo Mitsubishi Pajero Dakar, Pajero Full, Nissan Frontier, Ford Ranger, Volks Amarok, entre outros.

A preferência foi dada aos veículos movidos a diesel por conta do regime de trabalho destes motores entregarem o seu torque máximo em rotações mais baixas, adequadas no reboque de um trailer, enquanto os motores a gasolina entregam o seu torque máximo em rotações mais elevadas. 

Ao analisar a GM S-10 e a TrailBlazer 2.8 a diesel ano 2013, identifiquei um torque de 48 kgfm a 2000 rpm com um câmbio automático de 6 marchas e logo pensei que seria perfeito para o novo trailer, apresentando uma boa relação custo x benefício. Como a preferência familiar seria em ter um veículo Station Wagon e não uma picape cabine dupla, a decisão de compra foi realmente para a GM TrailBlazer 2.8 a diesel 4x4.


TrailBlazer ano 2013 + Turiscar Diamante ano 1991

Ao buscar o veículo, notei ainda que além de um ótimo conjunto motriz, ela é comercializada apenas na versão LTZ, mais completa, o que significa ter uma série de recursos como controle de tração, estabilidade e principalmente de pendulo, ideal para quem reboca trailer.



Deixo registrado que a minha expectativa foi totalmente superada e a experiência em rebocar o Turiscar Diamante de 2200 kg com a TrailBlazer foi mais gratificante do que com a Hilux SW4 rebocando o Brilhante com cerca de 1700 kg.



É certo também deixar registrado que toda esta força não tem o objetivo de exceder os limites de velocidade e sim proporcionar uma velocidade mais constante, principalmente em trechos de aclives ou em situações de ultrapassagem. Minha velocidade cruzeiro nas viagens é de 80 km/h chegando no máximo aos 90 km/h. A legislação de transito enquadra o  veículo que reboca um trailer como veículo pesado, não permitindo velocidade superior aos 90 Km/h, a mesma dos caminhões.

A escolha do veículo tracionador depende fundamentalmente do tamanho e do peso do trailer que será rebocado. Temos amigos rebocando um KC-330 com um Ford Fiesta 1.0, outro rebocando outro KC-330 com um Ford Focus 2.0 AT. 

Existem também veículos rebocadores extremamente robustos como a Dodge RAM 2500 6.7 a diesel  que possui seus 104 kgfm de torque entregues a 1600 rpm, ou seja, reboca qualquer tipo de trailer turístico com extrema facilidade e leveza, no entanto, este veículo é classificado como caminhão exigindo do motorista carteira de habilitação categoria C.

Notamos atualmente o trailismo ressurgindo no Brasil com uma força muito grande e muitas pessoas interessadas questionando se é seguro ou não rebocar um trailer. Minha experiência desde janeiro de 2014, tendo rodado até o momento (novembro de 2016) cerca de 30.000 quilômetros engatado, é que a modalidade é extremamente segura e prazerosa, a única ressalva é sempre manter os critérios de segurança e principalmente manter os limites de velocidade.

Texto e fotos: Ronald Ataulo
Novembro de 2016.

    








Substituição do óleo da transmissão automática quando rebocando trailer

Existe um grande dilema entre os proprietários de veículos com câmbio automático que é em saber o momento correto para a substituição do óleo. Alguns fabricantes consideram inclusive que não há necessidade de substituição durante toda a vida útil da transmissão em função de tratar-se de um sistema selado, sem contaminação com agentes externos.

Diante desta indefinição, é extremamente importante que seja consultado o manual do veículo e fazer cumprir as recomendações do fabricante.

Acontece que no segmento caravanista, mais precisamente quando falamos em reboque de trailers ou qualquer tipo de carreta, a utilização do câmbio passa a ser considerada como uso severo. Isto ocorre sempre que ele é submetido a altas temperaturas, acima de 120º ou 130º e isto geralmente ocorre no esforço do arrasto, principalmente em trechos de aclives.

Diante desta situação, as recomendações do fabricante perdem sua referência e torna-se necessário realizar um procedimento de checagem com uma maior periodicidade. A cor do óleo deve ser roseada, caso ele esteja marrom escuro, significa que ele está comprometido.


As oficinas geralmente não incluem a verificação do óleo do cambio automático, antes dos 100.000 quilômetros nas revisões preventivas. Esta solicitação deve partir do proprietário do veículo que tem ciência das condições que o câmbio é submetido. 

Tenho o exemplo da minha GM TrailBlazer automática que rebocando um trailer de cerca de 2.000 kg desde seus 30.000 aos 50.000 quilômetros (20.000 quilômetros), ao se verificar as condições do óleo foi detectado o marrom extremamente escuro, nitidamente comprometido. Imediatamente foi realizada a substituição do óleo e filtro e já programado que aos 70.000 quilômetros seja realizada nova verificação.

É sabido que os preços para manutenção corretiva na transmissão automática são bastante elevados, por isto, não vale a pena correr este risco!

Texto: Ronald Ataulo
Centro Automotivo Mundo Off-Road (www.mundooffroad.com.br) 

Reforma do Turiscar Brilhante Luxo 1994 do Sr. Helcio

Embora a ida do Sr. Helcio e a Dna. Rute para Balneário de Camboriú-SC tenha ocorrido com a intenção de analisar o real estado de conservação do Turiscar Brilhante Luxo ano 1994 para aí sim tomar a decisão de fechar o negócio, a empolgação de comprar um trailer maior que seu atual Apolo Trailer Young, aliado a beleza deste último modelo Brilhante da Turiscar, fez com que o negócio fosse fechado de forma impulsiva, ignorando alguns detalhes importantes, que depois de estar em casa, analisando com mais critério, identificamos diversas necessidades de correções e melhorias. 

O ponto que chamou a atenção no primeiro instante foi o alto nível de corrosão das partes metálicas, principalmente no chassi. Isto provavelmente ocorreu pelo trailer ter ficado um longo período estacionado de frente para o mar.




Além do chassi, também estavam bastante corroídos os suportes das caixas e seus respectivos parafusos. 

Por esta razão, tomamos a decisão de retirar as três caixas existentes (água, detritos e servida) para realizar o lixamento, tratamento e pintura geral do chassis e substituição de todos os parafusos e componentes metálicos.

Para facilitar a realização dos trabalhos embaixo do trailer, idealizamos subir sobre dormentes de trem, elevando a altura de trabalho e permitindo que o Sr. Helcio acessasse  a parte de baixo do equipamento.



Com isso, o Sr. Helcio conseguiu com facilidade remover as três caixas e realizar todo trabalho.





Aproveitando que as caixas estavam fora, o Sr. Helcio instalou uma boia de água na caixa de água limpa.

Além da necessidade de repintura total do chassis, foi identificado que o emborrachamento existente no madeiramento inferior estava totalmente envelhecido e se soltando, exigindo que fosse totalmente raspado para aplicação de nova camada.




Já aproveitando que houve um desmonte geral na parte debaixo do trailer, o Sr. Helcio aproveitou para substituir tudo que fosse necessário, foram colocadas todas as mangueiras de água novas, foi instalada uma segunda bomba de água Shuflo para separar os circuitos quente e frio, foi montado um novo cavalete de água afim de possibilitar diversas combinações de alimentação entre a caixa de água e a mangueira, instalado filtro de água para entrada da caixa, foram criados novos suportes de fixação das bombas e também foi lançada uma nova tubulação de cobre para o gás que alimentará o fogão e o aquecedor de passagem.

Nas fotos abaixo, notamos o novo emborrachamento no piso do trailer e a repintura do chassi, suportes e parafusos.



As quatro sapatas de nivelamento foram removidas, tratadas e repintadas.



Dando continuidade ao serviço de manutenção preventiva, contratamos o mecânico Alexandre da oficina Mundo Off-Road, para revisar todo o sistema de rodagem e freio. Neste momento tivemos mais algumas surpresas, as lonas de um dos lados estava solta dentro da campana danificando os componentes, os rolamentos de roda já estavam roncando, os flexíveis estavam ressecados e também os amortecedores vazando óleo, mais uma vez foi necessário refazer tudo.






Providenciamos a compra de dois amortecedores novos (Kombi), substituição das lonas de freio, cilindros de roda, rolamentos de roda, retentores, flexíveis e cilindro mestre, tudo novo. Além da lubrificação de todos os pinos graxeiros.

Terminado as manutenções na parte inferior do trailer, chegou o momento de partirmos para os reparos na carroceria e na parte interna. No entanto, nesta etapa recorremos aos serviços da empresa ItuTrailer (www.itutrailer.com.br). 

A lista inicialmente seria pequena, no entanto, a somatória dos pequenos detalhes acabou submetendo o trailer a uma grande intervenção de serviços.

Nas fotos abaixo mostramos os detalhes que nos impulsionaram a realizar estes trabalhos:

Alumínio inferior direito estava repleto de amassadinhos:


Alumínio lateral esquerdo, ao lado da porta, possuía alguns pequenos amassados:


Alumínio superior direito com um leve amassado:

Além destes pequenos detalhes, também solicitamos o serviço de calafetação completa com remoção de todos os perfis e janelas.









No alumínio inferior direito, por conta dos amassados existentes e já aproveitando para fechar o buraco do antigo boiler e abrir uma nova tulha embaixo da cama traseira, resolvemos trocar a lamina de alumínio por uma nova.




Já que foi necessário substituir uma lamina e também realizar alguns serviços de funilaria por conta dos pequenos amassadinhos, solicitamos a repintura das laterais na cor branca e também a repintura das faixas marrons, além de um polimento completo.





Substituição de todas as sinaleiras por novas:



Substituição dos braços do toldo e mãos francesa por novas de aço galvanizado pesado a fogo. Os antigos eram de ferro pintado sem tratamento e estavam com severo nível de corrosão.

Na parte interna, também foi mexido em bastante coisa. Na cozinha foi substituído o fogão original da Turiscar por um novo fogão 4 bocas da marca Eletrolux, além disso, a pia de inox por uma de granito e foi colocado fórmica na parede da janela.





A geladeira também original da Turiscar, a gás, estava bastante enferrujada e por isso foi substituída por uma nova da marca Eletrolux. 




Foi instalado uma porta de alumínio e acrílico branco no box do banheiro.



Para que fosse possível viajar com a nova geladeira ligada, foi instalado um Inversor de 2000w 12V-110V da marca Hayonik e uma bateria estacionária de 185Ah da marca Freedom.



Foram substituídas todas as espumas e revestimentos no tecido Aquablock e também o colchão de casal, tudo novo.

Nesta foto reparamos a felicidade da dna. Rute com seu novo Turiscar Brilhante Luxo.




A próxima etapa da modernização será um tratamento no madeiramento interno com aplicação de verniz e substituição dos papeis de parede. Antes disso o Sr. Helcio e Dna. Rute vão curtir algumas viagens com sua nova casa.

Ele guardado em sua nova casinha.





Atualização: 14/09/2017

As janelas originais deste trailer eram cor avermelhadas e as janelas frontal e traseira estavam pintadas de preto por dentro e por fora, causando um desconforto de falta de visibilidade para quem estivesse do lado de dentro do trailer. Por esta razão, foram adquiridos novos acrílicos junto a empresa Casa do Camping. O meu pai Sr. Helcio enviou pelo correio todas as armações sem os acrílicos e a Casa do Camping devolveu pelo correio todas as janelas devidamente montadas.








Texto e fotos: Ronald Ataulo